O nosso Património

Mosteiro de Lorvão  -  Lagar de Azeite de Lorvão  -  Casa do Monte  -  Museu Sr. Alfredo Marques  Forno Comunitário  -  Percuso Pedestre de Pequena Rota  -  Operadores Turísticos

 

Lorvão foi, desde sempre, uma Vila com um excelente potencial turístico.

Através do guia turístico elaborado, pretende-se mostrar ao turista ou visitante a variada oferta turística que se lhe pode oferecer, nomeadamente ao nível histórico e paisagístico.

É também de extrema importância dar a conhecer um pouco da gastronomia conventual, das tradições, do artesanato, entre outros, de modo a que o turista volte mais vezes a Lorvão, trazendo consigo novas pessoas.

 

Mosteiro de Lorvão

 

Mosteiro de Santa Maria de LorvãoA fundação deste mosteiro remonta ao século VI, de acordo com as memórias relatadas pelos cronistas monásticos, corroboradas por uma pedra de ornato visigótico que se encontra incrustada na torre dos sinos. Foi o seu primeiro abade um certo Lucêncio, mais tarde bispo de Conímbriga, que assistiu a um concílio de Braga em 561. Os monges que o vieram fundar dedicaram-no aos mártires orientais S. Mamede e S. Pelágio. Deveriam ter seguido uma regra do monarquismo hispânico, dado que a regra de S. Bento só veio a ser adoptada no século XI. Nebulosos e lendários são os primeiros séculos da Instituição, pois os mais antigos documentos escritos fidedignos apenas surgem na sequência da reconquista cristã de Coimbra de 878. A partir desta época o Mosteiro de Lorvão desempenhou um importante papel no fomento agrário e repovoamento da região. As doações dos fieis e ricos-homens conduziram-no a grande prosperidade, permitindo-lhe cada vez mais alargar a sua esfera de influência, só interrompida com a nova investida dos muçulmanos em 987, mas definitivamente afastados em 1064. Os seus abades converteram-se em figuras de primeiro plano; atingiu-se um alto nível cultural testemunhado pelos livros copiados e iluminados como o livro das Aves (1183) e o Comentário ao Apocalipse (1189).

Em 1205 sofreu o mosteiro profunda reforma, operada pela ex-raínha de Leão e filha de D. Sancho I, D. Teresa. A fama que ela deixou de suas virtudes. bem como sua irmã, D. Sancha, fundadora do mosteiro de Celas, em Coimbra, levou-as a alcançar a honra dos altares, em 1705. Os restos mortais das duas santas encontram-se hoje na capela-mor da igreja. Esta reforma fez de Lorvão a primeira comunidade feminina da ordem de Cister em Portugal.

Por volta de 1337 o mosteiro foi colocado sob a invocação de Santa Maria, como era uso nas casa Cistercienses. Na longa história cisterciense de Lorvão contam-se vários períodos de grande fervor religioso e de não menor esplendor artístico, sendo memoráveis os abadessados de D. Catarina d'Eça (1472-1521), D. Bernarda de Alencastre (1560-1564), D. Bernarda Teles de Meneses (1712-1715 e 1721-1724), além de outros. Não faltam, também épocas de perturbação, umas vezes relacionadas com a eleição das abadessas, como no caso de D. Filipa d'Eça (1537), outras com a conjuntura política, como durante as invasões napoleónicas ou após a revolução liberal.

Foi, aliás, a revolução de 1820 que provocou a decadência irremediável da comunidade, dando início à depredação de todas as riquezas acumuladas durante séculos. Espoliadas dos seus bens, as últimas monjas de Lorvão acabaram praticamente na miséria. Mosteiro de Santa Maria de Lorvão

Quase tudo o que resta hoje em Lorvão é fruto das reformas dos edifícios operadas nos séculos XVII e XVIII. O mosteiro ficou então com quatro dormitórios, noviciaria, hospício e hospedaria, coro, igreja, dois claustros, refeitório, sala capitular, enfermaria, botica, cartório, oficinas, celeiro e outras dependências. Alem da igreja, coro e claustros, restam apenas os cascos do hospício e dois dormitórios. Na fachada voltada ao exterior destacam-se os arcos da portaria e da igreja.

A Igreja é uma construção magnífica, levada a cabo entre 1748 e 1761, luminosa, de proporções clássicas e monumentais e decoração sóbria. Segue o estilo joanino de Mafra, mas numa visão mais intimista, que é a do rococó. Nela são especialmente merecedores de atenção: a porta da entrada de pau preto com aplicações de bronze dourado; as grandes telas de Pascoal Parente, nos altares sob o zimbório, representando S. Bernardo e S. Bento; os túmulos de prata de Santa Teresa e Santa Sancha, feitos em 1715 pelo ourives portuense Manuel Carneiro da Silva, que se encontram nos altares da capela-mor.

Na Sacristia podem-se admirar três grandes tábuas pintadas em 1623 por Miguel de Paiva, além de outras obras de pintura, designadamente dos italianos Agostino Masucci e Pascoal Parente.

Na Sala do Capítulo encontra-se provisoriamente instalado o museu que tem algumas peças de grande merecimento artístico. Para além de pinturas, cerâmica, mobiliário e tapeçaria dos séculos XVII e XVIII, destacam-se as esculturas de S. Bento e de S. Bernardo, de cerca de 1510, além de um Cristo do século XV. Entre os paramentos salienta-se o véu da píxide, bordado a ouro e aljôfar, e, das peças de ourivesaria, são notáveis uma virgem com o Menino, do início do século XVII, e a custódia, de cerca de 1760, primorosa obra de ourivesaria de Lisboa.

A separação entre a Igreja e o coro é feita através de uma grade de ferro forjado com aplicações de bronze dourado, única no seu género no país. Sobre ela se ergue o órgão de 61 registos, obra de António Xavier Machado Cerveira, datado de 1795 e com a característica invulgar de ter duas fachadas opostas, compostas de um delicado rococó.  

Num dos altares do coro encontra-se a formosa imagem de Nossa Senhora da Vila, do século XIV, também conhecida por Santa Maria de Lorvão. Mas o que ali mais desperta a admiração é, sem dúvida, o vasto cadeiral, terminado pouco antes de 1748, pela delicadeza dos ornatos, pela espiritualidade dos santos esculpidos sobre as cadeiras e pela nota de fantasia dada pelas máscaras existentes na parte inferior dos assentos. O jacarandá preto do Brasil e a nogueira, únicos materiais utilizados, na sua cor natural, contribuem em grande parte para acentuar a sua beleza.

O claustro é um recinto acolhedor e harmonioso, edificado em duas grandes campanhas: 1597 (arcadas do piso térreo) e 1677 (sobreclaustro). É bordejado por 13 capelas devocionais, hoje despojadas, construídas durante todo o século XVII, a partir de 1601.

 

 

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Lagar de Azeite de Lorvão

 

Instalações onde era pisado o linho, destinado ao Mosteiro e um lagar de varas que produzia azeite de alta qualidade.

Era lá servido o prato típico "batatas a murro com bacalhau (lagarada).

Tinha também a função de moer a azeitona.

A área envolvente destinava-se a lazer e tempos livres.

 

Lagar de azeite de LorvãoForno do Pisão:

 

Provavelmente data da segunda metade do século XVIII a construção do forno do pisão, cujas ruínas ainda podem ser hoje apreciadas. Tratava-se de uma construção sólida, de pedra, de forma cilíndrica, mantendo-se a entrada (do lado da estrada de acesso) e as paredes intactas, até uma altura de aproximadamente 3 a 4 metros.

Faz parte de um conjunto bastante significativo, do ponto de vista do património industrial, que integra um lagar de azeite, uma azenha e um moinho de água, uma casa de tipologia rural e o próprio forno da cal, «situado no lugar de Pisão, a norte de Lorvão, freguesia de Lorvão, concelho de Penacova». Por despacho recente da Secretaria de Estado da Cultura (de 21 de Maio de 1999), foi-lhe dada a classificação de Imóvel de interesse Público e aprovado o perímetro da Zona Especial de Protecção do referido conjunto.

 

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Casa do Monte

 

Esboço - Casa do MontePrevê-se que a “Casa do Monte” seja um pólo dependente dum futuro  ecomuseu de Lorvão. Esta casa foi habitada pelo primeiro bispo de Coimbra que foi monge de Lorvão, passando depois o edifício de bispo para bispo. Até há algum tempo atrás, esta casa ficou à mercê da degradação, até ser adquirida pela Câmara Municipal de Penacova, que a tem vindo a restaurar, não existindo nenhum projecto concreto para a sua rendibilização.

Ainda a partir dessa casa, poderiam  desenvolver-se algumas acções, tendo em vista a recuperação das tradições de Lorvão, segundo a calendarização de actividades tradicionais:

Janeiro: Cantar das Janeiras e dos Reis;

Fevereiro ou Março: Festejos do Carnaval, com as tradicionais “pulhas”, “badalos” e "o enterro do Entrudo";

Casa do MonteAbril: "Cantar das Alvoradas e das Almas Santas";

Maio: Concurso de arranjos de giesta e o tradicional festival de folclore;

Junho: Festejos dos santos populares e a visita às “sete bicas”;

Outubro: Festa das Santas Rainhas (Teresa e Sancha);

Novembro: "Pedir os Bolinhós”.

A “Casa do Monte” teria em vista também o Museu do Palito e um restaurante típico onde seria servida a tradicional “chanfana”, o “bacalhau com batatas a murro ”, as "migas" e a doçaria tradicional, nomeadamente as "nevadas", os "pastéis de Lorvão", o "bolo do convento", entre muitas outras.

Poder-se-ia chamar à “Casa do Monte” a “Casa da Cultura” de Lorvão.

 

 

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Museu Sr. Alfredo Marques

 

"Lagar do Azeite" em xistoNão se esqueça de visitar na rua dos Loureiros n.º 1 o museu do Sr. Alfredo Marques, onde poderá encontrar duas belíssimas réplicas da "Casa da Liteira" e do "Lagar do Pisão", em artesanato de xisto, além de outras curiosidades.

 

Para mais detalhes clique aqui.

 

 

 

 

"Casa da Liteira" em xisto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Forno Comunitário

 

O "Forno Comunitário" mais antigo, datado de 1429, segundo uma lápide gravada na parede exterior do forno.Antigamente existiam, em Lorvão, três fornos comunitários. Um localizava-se na Rua da Chaminé, tendo como forneiro o “Ti Manel Acom”. O mais antigo, datado de 1429, segundo uma lápide gravada na parede exterior do forno,  encontrava-se na Rua do Meio e o terceiro situava-se onde actualmente se encontra o depósito de combustível do Hospital Psiquiátrico de Lorvão, sendo este último propriedade do “Ti Pocariça”, tendo como finalidade cozer a broa para o convento.

Com o passar dos anos, todos eles se foram degradando, chegando mesmo o terceiro a desaparecer, devido às obras de construção do Hospital Psiquiátrico de Lorvão e do jardim.

Sendo o forno da Rua do Meio o mais antigo e, encontrando-se bastante danificado, a Câmara Municipal de Penacova resolveu comprá-lo, em 1995, após a Associação Pró-Defesa do Mosteiro de Lorvão ter convencido o “Ti António Craveiro”, seu proprietário, a  vendê-lo.

Efectuada a compra, a Câmara Municipal de Penacova procedeu ao seu restauro, em 1997, mantendo a traça original.

É um forno que antigamente"Forno Comunitário" ou "Forna da Poia" situado na Rua do Meio suportava até cinco alqueires, ou seja, cinquenta quilos de farinha, de cada vez.

Era chamado “Forno Comunitário” ou “Forno da Poia”.

Destinava-se, essencialmente, a cozer a broa para a população, servindo também para secar a madeira de salgueiro e mais tarde de choupo, que era utilizada na feitura dos palitos.

O forneiro não sabia ler nem escrever, utilizando, por isso, uma técnica especial para contagem de quantidade de farinha que cada pessoa queria cozer.

Com um simples pau de giz, riscava numa das lajes do forno o que lhe era pedido por cada “freguesa”.

Quando alguém lhe pedia para cozer um alqueire de farinha, o forneiro marcava um risco grande, se lhe pedissem para cozer meio alqueire de farinha, escrevia meio risco, quem desejasse cozer ¾ de quilo de farinha, riscava 75% do traço maior.

A farinha era amassada em casa das pessoas e só a levavam para o forno, após o sinal característico do forneiro.

Depois do forno estar suficientemente aquecido para receber a farinha amassada, o forneiro colocava-se junto à porta do forno e tocava um búzio para chamar as pessoas que estavam em casa.

Ao ouvir o toque do búzio, as pessoas dirigiam-se ao forno para lá cozerem a broa.

No caso particular das padeiras, ou seja, daquelas pessoas que coziam a broa para posteriormente a venderem e, dos donos dos estabelecimentos comerciais, era o forneiro ou a esposa que ia a casa delas buscar a farinha já amassada e a levava para o forno.

Antigamente, para pagar a cozedura da broa ao forneiro, utilizava-se a “Poia”, isto é, retirava-se um punhado de massa a cada “freguesa” e com ela, o forneiro cozia a broa para o seu autoconsumo. Aquelas que lhe sobravam eram vendidas recebendo, assim, algum dinheiro.

Mais tarde, a cozedura da broa passou a ser paga com tostões.

Para cozer um alqueire de farinha, pagava-se dois escudos, por cada molhada pequena de pau que se levava ao forno para secar, pagava-se dois tostões.  Se fosse uma molhada maior, teria que se pagar cinco tostões.

Após a broa estar cozida, em alguns casos, era o forneiro que a ia entregar pessoalmente a casa das pessoas.

Por outro lado, se as pessoas fossem buscar a broa ao forno levavam molhinhos de madeira para palitos, para secar, enquanto este ainda estava quente.

Cada molhada vinha assinalada de forma diferente e original, para melhor ser identificada pelos seus proprietários.

Algumas eram assinaladas com uma fita, outras com uma gravata, em alguns casos era utilizada uma ferradura velha e outras vinham assinaladas com uma chave.

Na identificação das gamelas de broa, era utilizado o mesmo processo, uma vez que eram inúmeras.

Para distinguir as broas, as pessoas assinalavam-nas de diversas formas.

Algumas faziam um buraco, outras faziam dois, três e até quatro buracos, outras colocavam um pauzito, utilizando cada “freguesa” a sua própria marca.

Ultimamente, o Forno Comunitário tem sido utilizado várias vezes pelo Grupo Etnográfico de Lorvão, para demonstrar o processo de cozedura da micha com sardinha, cebola frita e chouriço.

Tem também sido utilizado pela Filarmónica Boa Vontade Lorvanense e pelas escolas.

É um forno que está ao serviço da comunidade lorvanense.

 

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Percurso Pedestre de Pequena Rota

Caminho de Lorvão  -  Mapa do Caminho de Lorvão

 

A Câmara Municipal de Penacova elaborou um projecto para a criação de uma rede de percursos pedestres para o Concelho, com a colaboração dos estagiários da licenciatura do Curso de Turismo da Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), António Duarte Santos Lopes e Rosângela Ferreira, em Março de 2002.

O Município tem intenções de proceder brevemente à candidatura desta rede de percursos pedestres do Concelho brevemente para, posteriormente, fazer a sua marcação. 

Uma das razões que levou  à criação deste projecto, deve-se ao facto da procura turística estrangeira no concelho de Penacova ser essencialmente constituída por turistas europeus com grande interesse por actividades desportivas que lhes permitam ter contacto com a natureza, como é o caso do pedestrianismo.

Tendo Lorvão um rico património natural, no qual se podem incluir uma grande variedade de estradas florestais, assim como caminhos e carreiros tradicionais, foi criado um percurso pedestre de pequena rota, circular, designado por “PR 3 - Caminho de Lorvão”, acerca do qual pode obter uma informação mais detalhada, acedendo ao link que se segue.

 

Caminho de Lorvão

 

PR3  – Percurso Pedestre  de Pequena Rota

Caminho de Lorvão

Características do percurso:

Nome: PR 3 - Caminho de Lorvão.

Âmbito: desportivo, cultural e ambiental.

Tipo de Percurso: Pedestre de Pequena Rota, por caminhos e carreiros tradicionais e algumas estradas florestais.

Distância a percorrer: 11 Km em circuito.

Nível de dificuldade: média, acessível a todos desde que com alguma prática.

Desníveis: acentuados e medianamente acentuados.

Época aconselhada: todo o ano.

 

 

Descrição do percurso:

 

Entrada do Mosteiro de Santa Maria de LorvãoO percurso tem início em Lorvão, no largo do Mosteiro. Partindo do largo do Mosteiro segue-se pela Rua Evaristo Lopes Guimarães, em direcção ao campo de futebol (Campo da Raposa).

Continue a subir até chegar a Vale de Pereiras, onde se pode apreciar, à direita, uma bela terra de cultivo, ainda amanhada pelo seu proprietário.         

Seguindo em frente, chega-se ao Soito da Aveleira, continue a subir e depois encontra o Pardeeiro.

Siga por uma estrada alcatroada e continue novamente pelo Pardeeiro, e encontre depois a estrada alcatroada que liga as povoações de Paradela e S. Mamede.

               

 

 

Caminho Lorvão-ParadelaAtravesse a estrada alcatroada e siga pelo caminho de Valdeverdeiros. Passe junto ao campo de futebol de Paradela, seguindo em frente pela Serra da Portelinha até ao esplêndido conjunto de moinhos.

  Moinhos de Paradela

De seguida, passa-se ao longo do caminho que corre entre os moinhos e, após duzentos metros, encontra-se a estrada de alcatrão que liga as povoações de Aveleira e S. Mamede. Atravessa-se a estrada alcatroada e segue-se por um caminho que se encontra em frente.

 

 

Continue até chegar à Aveleira, onde encontra a Capela do mesmo lugar e siga pela Estrada da Horta. Nesta pode observar uma fonte e dois tanques cheios de água que tinham a finalidade de dar a beber água aos burros dos moleiros, que por ali passavam carregados. Encontre a Rua da Várzea e siga por um caminho pedonal no qual pode avistar, á direita, uma antiga azenha um pouco degradada que irá, a curto prazo, ser restaurada.

 

Caminho entre Aveleira e Ribeira d' Arcos Siga em frente e desça até à Ribeira d’ Arcos, onde pode observar um conjunto magnífico de moinhos de água (de rodízio), assim como também se podem visualizar alguns terrenos amanhados pelos seus proprietários. Atravesse a ribeira e comece a subir até à estrada alcatroada que tem início na 2ª Travessa das Saladas, no lugar de S. Mamede.

 

Continue ao longo da Rua das Saladas e mais adiante encontre estrada da mata de Vale de Lobos, onde depois pode apreciar uma vista sobre parte do Mosteiro de Lorvão. Continuando a descer pela mata de Vale de Lobos chegue ao Largo do Zimbelo (situado à entrada de Lorvão), seguindo imediatamente pela Rua de Valoiro.

Desça pela rua calcetada e logo de seguida encontre a Rua do Rio da Ponte. Mais adiante, chegue até ao largo do Chão da Ordem. Depois, siga pela Rua Dr. Bissaya Barreto até ao largo do Mosteiro.

 

 

 

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Mapa do Caminho de Lorvão

 

 

Mapa do Caminho de Lorvão

 

 

 

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Operadores Turísticos

Alojamento

Cafés / Restaurantes

Parques de Campismo

Hotel de Penacova

Av. Bissaya Barreto, 3

Tel.: 239 470 700

 

Casa do Repouso

Av. 5 de Outubro

Tel.: 239 477 137

 

Pensão Avenida

Av. Abel Rodrigues da Costa

3360 Penacova

Tel.: 239 477 142

 

Residencial S. João

R. de S. João

3360 Penacova

Tel.: 239 477 545

 

Residencial Pérola do Mondego

Espinheira

Tel.: 239 472 855

 

"Turismo em Espaço Rural - Casa de Campo"

Moinhos da Serra da Atalhada

Tel.: 239 477 491

 

Casa das Oliveiras - Turismo Rural

Vila Nova

Tel.: 239 478 624

 

 

Café "Primavera"

R. Dr. Bissaya Barreto, 18

3360-106 Lorvão

Tel.: 239 474 942

 

Café "Rainha Santa"

R. Evaristo Lopes Guimarães

3360-106 Lorvão

 

Tel.: 239 477 083

 

Café/Restaurante "O Mosteiro"

R. Evaristo Lopes Guimarães, 4

3360-106 Lorvão

Tel.: 239 477 028

 

Café Katekero

R. Adelino Prista Fonseca Hortelão

3360-106 Lorvão

Tel.: 239 477 173

 

 

 

 

 

Parque Municipal de Campismo

Vila Nova

Tel.: 239 477 946

 

Parque de Campismo de Penacova

Carvoeira

Tel.: 239 477 464

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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